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Eletroestimulação cresce no esporte de alta performance

Eletroestimulação cresce no esporte de alta performance

A tecnologia da eletroestimulação de corpo inteiro (WB-EMS) demonstra, cada vez mais, que pode ser aplicada em diferentes formas, tal como para a área médica, de reabilitação, treinos, assim como para o esporte de alta performance. Desde que a miha foi criada na Alemanha, em 2007, a tecnologia tem investido em desenvolver relacionamento com atletas, modalidades e clubes que desejam usar a metodologia inventada na Alemanha para potencializar resultados e acelerar a recuperação de lesões. Alguns casos famosos são o uso pelo ex-atletista Usain Bolt, e o tenista Rafael Nadal. No Brasil, o método tem sido aplicado em treinos de futebol, corrida, lutas e surfe, por exemplo.


O caso mais recente do uso de WB-EMS no esporte de alto rendimento vem da Escola de Educação Física do Exército, no Rio de Janeiro. O local, que é conhecido como um centro de excelência para atletas que buscam se destacar no cenário nacional e internacional, como no caso dos Jogos Olímpicos, passou a usar a tecnologia da miha com o saltador gaúcho Enir Borges Neto, 26 anos, que compete tanto pelo Exército quanto pelo Praia Clube, de Uberlândia (MG). Ele, que é especialista em salto com vara e um dos nomes que podem surgir na próxima edição das Olimpíadas, em Los Angeles, teve, no ano passado, uma lesão no tendão de Aquiles e no nervo medial, além de micro lesões.


Por conta dos problemas, Enir poderia ficar cerca de um ano e meio das pistas, além de perder as seletivas olímpicas para tentar uma vaga para competir nos Jogos deste ano, em Paris. Ele chegou a participar das seletivas, mas por conta do pouco tempo que havia voltado das lesões, não foi possível cumprir todos os prazos estipulados pelo Comitê Olímpico Internacional (COB) e Comitê Olímpico do Brasil (COB). Totalmente recuperado, o atleta planeja, como próximos passos, terminar bem a temporada de 2024, além de assegurar vaga para os próximos Jogos Panamericanos, Mundial de Atletismo e meetings técnicos que serão realizados na Europa de 2025 em diante.



WB-EMS como ferramenta para melhorar treino e resistência

 

O treinador do gaúcho, Marlon Borges, explica que é comum atletas terem lesões no período em que estão competindo, como aconteceu com Enir. Para que ele não ficasse tanto tempo parado, Marlon conta que foi atrás de soluções que o pudessem ajudar no processo de reabilitação mais rápido. “Vi que muitos atletas da Europa utilizam a eletroestimulação de corpo inteiro dentro da reabilitação. Por meio de pesquisas, conheci Benjamin David, que me apresentou a tecnologia na prática e passamos a desenvolver um trabalho para melhorar aspectos como força, reabilitação e treinamento. Como os resultados foram muito bons, chegando a 100%, decidi incluir a tecnologia dentro da rotina de treinos de outros atletas que sou responsável na Escola de Educação Física do Exército”.

Marlon, que possui 38 anos de experiência com atletismo, revela que ele só tinha três meses para reabilitar Enir com o objetivo de tentarem ir a Paris. Mesmo sem a vaga olímpica, o treinar conta que o uso de eletroestimulação de corpo inteiro possibilitou que o atleta do Rio Grande do Sul acelerasse sua recuperação, sem perder a intensidade e força dos treinamentos. “Enir conseguiu participar de competições no primeiro semestre de 2024. Sem o uso de miha, ele não estaria para competir antes do prazo de um ano e meio. A gente não podia ir para a academia, e os treinos com a tecnologia foram ótimos para que hoje ele esteja na melhor forma física dele, sem lesão”.



Atualmente, Enir treina de segunda a sábado e de três a quatro vezes na semana, treina em dois turnos. É uma rotina intensa, mas que com a inclusão de sessões de eletroestimulação de corpo inteiro, o tem auxiliado a suportar melhor a exigência do treinamento e com percentual tônico mais elevado do que antes das graves lesões que sofreu. Marlon revela que eles conseguem hoje atingir 92% de percentual tônico, sendo que antes da entrada de miha aos treinos, chegavam a no máximo 80%.


O treinador diz que a eletroestimulação de corpo inteiro abriu um novo mundo para ele, além do auxílio para incrementar metodologias que vão ajudar a ele e equipe terem mais ferramentas de ponta com os atletas. “Planejo implementar miha desde a preparação de base até o período competitivo com meus atletas. Tecnologias assim podem fazer com que o Brasil consiga desenvolver melhor seus atletas e ter à disposição o que há de melhor na Europa”.

Quer saber mais? Aqui no blog é possível ler sobre outras modalidades que tem mesclado treinamentos convencionais aliados à eletroestimulação de corpo inteiro, como é o caso do surfe, kung-fu e golfe.

Por Michelle Dignitus 11 de fevereiro de 2025
Curso inédito da miha oferece aplicação teórica e prática da eletroestimulação em idosos Curso será realizado, de forma online, nos dias 22 e 23 de março, e é inicialmente voltado para quem já possui alguma experiência no uso da tecnologia O Brasil, assim como muitos lugares do mundo, tem se deparado com o fenômeno do envelhecimento acelerado, aumento da expectativa e qualidade de vida de suas populações. Atualmente, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 15% dos brasileiros possuem 60 anos ou mais, e a expectativa é que eles sejam mais de 30% por volta de 2050, além de representar uma das forças econômicas e de consumo. É necessário olhar com olhar mais apurado a população idosa e buscar por ferramentas e conhecimentos que ofereçam aumento na qualidade de vida desse grupo tão importante. Especialmente para quem é profissional da saúde, como fisioterapeutas, médicos e professores de educação física, atualizar conhecimentos nunca é demais. Pensando nisso, a miha Brasil , marca pioneira e mais tradicional de eletroestimulação de corpo inteiro (WB-EMS), se uniu à sua embaixadora Nícia Rocha para criar um curso inédito no mercado, cujo objetivo é o de discutir e ensinar aplicações e práticas com a tecnologia em idosos. Segundo Nícia, que é especialista em reabilitação e trabalha com WB-EMS desde 2019, a ideia de desenvolver o curso de especialização surgiu da necessidade de compartilhar seus conhecimentos com um grupo maior de profissionais. “Para se trabalhar de forma eficaz com idosos, é preciso entender antes aspectos fundamentais, como a parte fisiológica de cada paciente, além de saber como deve ser o trabalho com grupos com risco de fragilização e outros com o perfil robusto. É preciso aprender a usar os protocolos corretos e as correntes para cada um dos casos, doenças. É muito importante ter conhecimento da parte clínica para saber como oferecer o melhor para cada caso”, destaca. A profissional de Belo Horizonte espera que o novo curso possa abrir a mentalidade de profissionais da saúde e que eles consigam enxergar o idoso de forma completa e entenda que, trabalhar com esse grupo é bem diferente do que trabalhar com um adulto saudável. “O idoso possui uma série de nuances, e, com nosso envelhecimento, também chegam desafios como o declínio da massa muscular e a maior dificuldade em ganhá-la. A eletroestimulação de corpo inteiro, aliada de forma inteligente a outras ferramentas, pode ajudar no aumento da cognição, força, equilíbrio, prevenção de quedas. Mas para se alcançar isso, o profissional precisa obter a teoria e prática em sua formação”.
Por Michelle Dignitus 20 de janeiro de 2025
Treinar com eletroestimulação impacta saúde cardiovascular de adultos saudáveis
Por Michelle Dignitus 16 de dezembro de 2024
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