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O Brasil é um dos países com números cada vez maiores de população idosa. Segundo o último censo, divulgado em 2023 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil possui 31.2 milhões de pessoas com idade acima de 60 anos, o que representa 14,7% do total de 215 milhões. Com a expectativa de se viver mais, a longevidade saudável passa a ser uma preocupação. Mas quais são os caminhos para se chegar até ela?

No quarto episódio da série de podcasts especiais feitos entre a Fitness e a miha Brasil , que será lançado neste dia 5 de julho (sexta-feira), o médico Lucas Leite ensina hábitos que devem ser adotados para quem deseja viver mais e melhor. O programa, intitulado de “caminhos para a longevidade”, estará disponível tanto no YouTube das duas empresas, quanto no Spotfy da Fitness Brasil.

Segundo Lucas, que é especializado em ortopedia, quatro pontos são fundamentais na busca por uma vida mais longeva e com saúde para aproveitá-la: nutrição, hidratação, sono e exercício físico. Ele ainda cita no programa que o acompanhamento médico, odontológico, e estar de bem com a vida também não devem ser ignorados. “É muito melhor investir nessas frentes pensando em saúde do que para se tratar de uma doença”.

Eletroestimulação como ferramenta de movimento

A prática de atividade física resistida, ou exercício físico, auxilia na capacidade cardiopulmonar, além do ganho de massa muscular. Para Lucas, isso é fundamental para melhora da autonomia, desenvolvimento de substâncias ligadas a capacidade cerebral, estímulos neurológicos e cognitivos. Ele ainda menciona que hoje, há disponível no mercado aparelhos de eletroestimulação de corpo inteiro, onde é possível fazer o exercício físico de forma passiva e ajuda quem tem uma artrose ou hérnia lombar, por exemplo.

“ Para quem não gosta de se movimentar, sempre digo que é possível começar com caminhadas leves, aumentando o ritmo conforme se sinta desafiado, além de agachamentos e abdominais. São três atividades simples para começar a ter uma rotina mais intensa e que podem mudar o destino da sua vida, pois músculo e ossos andam juntos. É preciso criar um estoque ósseo para viver bem, trabalhar o estímulo mecânico visando a qualidade de vida”.

Lucas também é enfático que a saúde e uma vida longa passam pelo que é posto no prato. Segundo ele, é preciso valorizar alimentos que a própria natureza oferece, além de evitar os que possam fazer mal, como os enlatados e os ultra processados. “Alimentos que duram demais não pode ser boa coisa, pois eles vem com excesso de conservantes e químicas. Dieta simples faz diferença”.

Água e sono em dia

Outra dica importante para quem busca a longevidade saudável é o consumo regular de água filtrada desde cedo. Para o médico, tudo no nosso corpo depende do líquido, como o funcionamento do intestino, da musculatura, saúde da cabeça, dos tecidos, cartilagens articulares. Lucas explica que há muitas pessoas que tem dores de cabeça constantes e que isso é um sinal claro de quem tem desidratação, ou não bebe água na quantidade ou intervalos adequados. Cada um possui uma quantidade certa de consumo, mas o recomendado é se tomar cerca de 2 litros de água por dia, sendo um copo de 100ml a cada 60 minutos.

A boa qualidade do sono também não pode ser ignorada, pois ela recicla todos nossos hormônios, além de descansar corpo e mente. “Ele recicla nosso corpo, repõe os níveis de testosterona, cortisol, melatonina, acerta o ciclo circadiano”, diz Lucas, que recomenda evitar-se a exposição excessiva a telas no período da noite, pois elas produzem excesso do hormônio dopamina no organismo em um momento em que é necessário desacelerar e produzir melatonina. “ O sono é um dos pilares para uma vida saudável”, reforça.

Outros pontos abordados no programa e debatidos pelo médico Lucas Leite Menos são evitar a exposição excessiva ao álcool, além de não fumar.

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Por Michelle Dignitus 11 de fevereiro de 2025
Curso inédito da miha oferece aplicação teórica e prática da eletroestimulação em idosos Curso será realizado, de forma online, nos dias 22 e 23 de março, e é inicialmente voltado para quem já possui alguma experiência no uso da tecnologia O Brasil, assim como muitos lugares do mundo, tem se deparado com o fenômeno do envelhecimento acelerado, aumento da expectativa e qualidade de vida de suas populações. Atualmente, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 15% dos brasileiros possuem 60 anos ou mais, e a expectativa é que eles sejam mais de 30% por volta de 2050, além de representar uma das forças econômicas e de consumo. É necessário olhar com olhar mais apurado a população idosa e buscar por ferramentas e conhecimentos que ofereçam aumento na qualidade de vida desse grupo tão importante. Especialmente para quem é profissional da saúde, como fisioterapeutas, médicos e professores de educação física, atualizar conhecimentos nunca é demais. Pensando nisso, a miha Brasil , marca pioneira e mais tradicional de eletroestimulação de corpo inteiro (WB-EMS), se uniu à sua embaixadora Nícia Rocha para criar um curso inédito no mercado, cujo objetivo é o de discutir e ensinar aplicações e práticas com a tecnologia em idosos. Segundo Nícia, que é especialista em reabilitação e trabalha com WB-EMS desde 2019, a ideia de desenvolver o curso de especialização surgiu da necessidade de compartilhar seus conhecimentos com um grupo maior de profissionais. “Para se trabalhar de forma eficaz com idosos, é preciso entender antes aspectos fundamentais, como a parte fisiológica de cada paciente, além de saber como deve ser o trabalho com grupos com risco de fragilização e outros com o perfil robusto. É preciso aprender a usar os protocolos corretos e as correntes para cada um dos casos, doenças. É muito importante ter conhecimento da parte clínica para saber como oferecer o melhor para cada caso”, destaca. A profissional de Belo Horizonte espera que o novo curso possa abrir a mentalidade de profissionais da saúde e que eles consigam enxergar o idoso de forma completa e entenda que, trabalhar com esse grupo é bem diferente do que trabalhar com um adulto saudável. “O idoso possui uma série de nuances, e, com nosso envelhecimento, também chegam desafios como o declínio da massa muscular e a maior dificuldade em ganhá-la. A eletroestimulação de corpo inteiro, aliada de forma inteligente a outras ferramentas, pode ajudar no aumento da cognição, força, equilíbrio, prevenção de quedas. Mas para se alcançar isso, o profissional precisa obter a teoria e prática em sua formação”.
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