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O início de um novo ano e do verão costumam trazer uma resolução ou promessa que muitos se fazem na virada: vou me cuidar mais, fazer mais exercício físico e levar uma vida mais saudável. Mas ao invés de sair correndo atrás do prejuízo, especialmente após as festas e férias, a melhor saída é planejar, a médio e longo prazo, abraçar uma nova rotina e que pode ter os treinos com eletroestimulação de corpo inteiro (WB-EMS) nela, além de redobrar os cuidados de se treinar quando as temperaturas estão altas.

Por isso, a miha separou algumas dicas para que você curta seu verão fitness com responsabilidade, se proteja e alcance bons resultados. Confira abaixo!

De acordo com o consultor técnico da miha Brasil, Murilo Ianeli, não há restrição de exercícios (força, aeróbicos) por conta das temperaturas elevadas no início do ano e sim, na atenção para os cuidados que devem ser tomados nos treinos. “Muito importante evitar treinos ou atividades intensas após às 10h e antes das 17h, especialmente em ambientes abertos, assim como evitar a exposição direta ao sol, seja para se exercitar quanto para andar debaixo dele. No horário de pico, não se esqueça de se hidratar antes, durante e após as atividades e se o dia estiver muito quente, mesmo fora do pico, recomendo diminuir a intensidade dos exercícios, usar roupas mais leves e abertas, e, por último, em qualquer sinal de fadiga extrema ou mal-estar, pare imediatamente.

Murilo ainda alerta que deve haver atenção dobrada para não se ter uma desidratação e que o recomendado para cada pessoa é tomar um copo de água americano, com cerca de 200ml, a cada hora do dia, totalizando uma média de 2L diários. Ele pontua que tanto o exercício de força quanto a atividade aeróbica podem ser feitos durante os meses do verão e restante do ano, pois são estímulos diferentes para objetivos diferentes, mas que se complementam. “É sempre melhor entender o objetivo do aluno, fazer a anamnese e traçar uma estratégia segura e eficaz para auxiliá-lo no alcance do objetivo”.


Vantagens do treino com eletroestimulação no calor

Para quem ainda não treinou com miha e tem curiosidade em experimentar, é importante ressaltar que a tecnologia, lançada em 2007, na Alemanha, e desde 2016 no Brasil, é um treino que oferece o menor impacto possível nas articulações e é focado em qualidade, seja ele individualizado ou para duas pessoas no máximo. As sessões podem ser realizadas em ambientes internos ou externos, desde que sejam observados os cuidados com o aluno e o equipamento na exposição ao sol, especialmente na faixa das 10 às 17h. Lembre-se que a saúde de quem vai realizar o treino e da máquina deve ser um ponto focal na rotina do profissional que trabalha com WB-EMS.

A segurança deve vir em primeiro lugar para que o aproveitamento do treino seja o melhor possível. Por isso, é fundamental se ter um profissional certificado, qualificado e com experiência para cuidar do treinamento de um ou, no máximo, dois alunos por sessão e que não estejam a mais de 120 centímetros do equipamento. A proximidade física entre treinador e participante é importante para manter o contato visual, controle dos estímulos, correção dos movimentos, troca de feedback constante e a interrupção imediata da aplicação em caso de emergência ou efeitos colaterais não intencionais, por exemplo. No caso de equipamentos com botões, há um controle maior na regulagem dos estímulos.

A evolução das sessões também deve ser levada em conta pelo/a profissional, que deve apresentar a tecnologia e como ela funciona no corpo na aula experimental. No caso de continuidade do alunou ou aluna, é recomendado seguir-se o período inicial de 10 semanas, chamado de fase de condicionamento, onde os estímulos devem ser feitos com intensidade submáxima. Lembre-se de que cada pessoa está em um estágio de evolução física e possui um organismo único. Por isso, investir em treinos seguros e com objetivos claros nunca é demais.

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Por Michelle Dignitus • 11 de fevereiro de 2025
Curso inédito da miha oferece aplicação teórica e prática da eletroestimulação em idosos Curso será realizado, de forma online, nos dias 22 e 23 de março, e é inicialmente voltado para quem já possui alguma experiência no uso da tecnologia O Brasil, assim como muitos lugares do mundo, tem se deparado com o fenômeno do envelhecimento acelerado, aumento da expectativa e qualidade de vida de suas populações. Atualmente, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 15% dos brasileiros possuem 60 anos ou mais, e a expectativa é que eles sejam mais de 30% por volta de 2050, além de representar uma das forças econômicas e de consumo. É necessário olhar com olhar mais apurado a população idosa e buscar por ferramentas e conhecimentos que ofereçam aumento na qualidade de vida desse grupo tão importante. Especialmente para quem é profissional da saúde, como fisioterapeutas, médicos e professores de educação física, atualizar conhecimentos nunca é demais. Pensando nisso, a miha Brasil , marca pioneira e mais tradicional de eletroestimulação de corpo inteiro (WB-EMS), se uniu à sua embaixadora Nícia Rocha para criar um curso inédito no mercado, cujo objetivo é o de discutir e ensinar aplicações e práticas com a tecnologia em idosos. Segundo Nícia, que é especialista em reabilitação e trabalha com WB-EMS desde 2019, a ideia de desenvolver o curso de especialização surgiu da necessidade de compartilhar seus conhecimentos com um grupo maior de profissionais. “Para se trabalhar de forma eficaz com idosos, é preciso entender antes aspectos fundamentais, como a parte fisiológica de cada paciente, além de saber como deve ser o trabalho com grupos com risco de fragilização e outros com o perfil robusto. É preciso aprender a usar os protocolos corretos e as correntes para cada um dos casos, doenças. É muito importante ter conhecimento da parte clínica para saber como oferecer o melhor para cada caso”, destaca. A profissional de Belo Horizonte espera que o novo curso possa abrir a mentalidade de profissionais da saúde e que eles consigam enxergar o idoso de forma completa e entenda que, trabalhar com esse grupo é bem diferente do que trabalhar com um adulto saudável. “O idoso possui uma série de nuances, e, com nosso envelhecimento, também chegam desafios como o declínio da massa muscular e a maior dificuldade em ganhá-la. A eletroestimulação de corpo inteiro, aliada de forma inteligente a outras ferramentas, pode ajudar no aumento da cognição, força, equilíbrio, prevenção de quedas. Mas para se alcançar isso, o profissional precisa obter a teoria e prática em sua formação”.
Por Michelle Dignitus • 20 de janeiro de 2025
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Negócios de bem-estar para ficar de olho em 2025