Eletroestimulação: Marcio Lui fala sobre as vantagens e a segurança do treino em relação à Covid-19

A busca por mais qualidade de vida e de novas opções de exercício físico tende a ficar em alta no Brasil em 2021. Os desafios da pandemia de Covid-19 também fazem com que os brasileiros deem preferências a treinos mais curtos e que possam ser feitos em locais que ofereçam segurança e protocolos de saúde. Neste cenário, os treinos com eletroestimulação são uma boa saída para quem busca otimizar o tempo e se cuidar. O American College of Sports Medicine (ACSM) que há 15 anos publica anualmente uma pesquisa sobre as tendências fitness, elegeu a prática de EMS e outras tecnologias vestíveis como a número 2 para este ano. Em 2016, 2017, 2019 e 2020, elas ficaram na liderança do ranking.

O embaixador da miha, Márcio Lui, explica algumas das vantagens em se investir em eletroestimulação. “É um treino curto e com trabalho individualizado, que a maioria das pessoas tem procurado no momento. Se as pessoas querem um treino metabólico ou de força, também é possível realizar essa variação”.

Além dos estúdios parceiros da marca, que seguem rígidos protocolos de segurança, como treinos individuais e com hora marcada, a miha possui um equipamento portátil, que pode ser utilizado em áreas abertas e na casa dos alunos. O sistema delivery, segundo Marcio, o ajudou a aumentar o número de alunos. “Atualmente, atendo de 12 a 16 pessoas por dia só de eletroestimulação. Muitas pessoas passaram a treinar em casa pois querem ter mais segurança em relação à Covid”.

 

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