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Podcasts apresentam tendências do universo da eletroestimulação de corpo inteiro

A série especial de oito episódios do podcast da miha e a Fitness Brasil, iniciada em março deste ano, entra em sua reta final convidados que debatem algumas das tendências para quem empreende no mercado de eletroestimulação de corpo inteiro (WB-EMS), não só com o foco em negócios e sim, em aplicações nas áreas da saúde e bem-estar.


No próximo dia 6 de setembro, o sexto episódio da série, “caminhos da eletroestimulação de corpo inteiro na atualidade”, o consultor técnico e comercial da miha, Murilo Ianelli, abordará temas como o crescimento da tecnologia ao longo do século XXI, assim como quais temas têm sido alvo de pesquisa na academia e aplicações práticas em doenças e no campo da reabilitação física. Esse podcast estará disponível nos canais de YouTube e Spotify da Fitness Brasil, assim como no YouTube da miha Brasil.


Já em novembro deste ano, o professor e pesquisador Alexandre Evangelista encerra a série de podcasts trazendo, no oitavo episódio, temas como caminhos da boa gestão na educação física e no universo fitness, além de suas experiências dentro do universo da eletroestimulação de corpo inteiro. Evangelista, que é um dos maiores especialistas da área no Brasil e um dos criadores do curso de pós-graduação em WB-EMS na Faculdade Phorte, defende que a tecnologia é algo que veio para ficar. Ele também destaca que o profissional que não se atualiza fica para trás e que ele deve ser responsável nas boas práticas com os alunos.


O blog da miha Brasil conversou com ele após a gravação do episódio. Confira abaixo:


Como você enxerga o mercado de eletroestimulação de corpo inteiro hoje no Brasil? Há espaço para mais crescimento ou ele já está totalmente consolidado?


Acredito que o mercado cresceu muito de 2-3 anos para cá. No entanto, ainda podemos dizer que é um “oceano azul” de oportunidades. Tudo isso, principalmente com o desenvolvimento e aprimoramento da tecnologia sem fio que oferece maior dinamismo para as rotinas de treinamento. Para as marcas novas que porventura aparecerem, acredito que o desafio será superar a qualidade bem como o conhecimento das gigantes que dominam o mercado.


Com cada vez mais marcas surgindo no mercado como você vê a questão da qualidade, oferecimento de protocolos e qualidade no trabalho de garantir a informação de qualidade, boas práticas da WB-EMS?


Esta é uma questão que precisa ser ajustada na área da WB-EMS (as boas práticas). Recentemente, participei da elaboração de um documento colaborativo com outros pesquisadores da área da WB-EMS que abordou alguns pontos sobre a segurança e efetividade da tecnologia. São eles:


  • Aspectos gerais do WB-EMS;
  • Preparação e recomendações para o treinamento;
  • Aplicação do WB-EMS;
  • Aspectos de segurança durante e após o treinamento;
  • Supervisão consistente e rigorosa da aplicação do WB-EMS;
  • Qualificação obrigatória dos treinadores que trabalham com a WB-EMS;
  • Anamnese e consideração correspondente de contraindicações antes do WB-EMS,
  • A preparação adequada do participante para a sessão;
  • Períodos de recuperação apropriados entre as sessões WB-EMS;
  • Interação contínua entre treinador e aluno.


Quais tendências de pesquisas e usos da tecnologia têm sido a tônica no país atualmente? Quais pontos você destaca como pesquisador e profissional que trabalha com eletroestimulação de corpo inteiro?


O uso de novas tecnologias vestíveis tem sido uma das principais tendências do fitness nos últimos anos, segundo o Colégio Americano de Medicina Esportiva (ACSM) e, pelo que me parece, essa tendência não sairá de cena tão cedo. Inclusive, tive o privilégio de participar da última pesquisa feita pelo ACSM, que entrevista profissionais do mundo inteiro associados ao fitness, e já vi questões relacionadas a WB-EMS. Dessa forma, acredito que a tecnologia, que já é bem consolidada da Europa, comece a ganhar ainda mais força aqui no Brasil e nos EUA.                                                     

Como pontos positivos, destaco as rotinas tempo-eficiente nas sessões de treino, além do método ser “amigável” às articulações em relação ao treinamento de força convencional com pesos livres ou aparelhos.

O artigo completo, que eu recomendo a leitura para quem quer saber mais,
clique aqui


Por Michelle Dignitus 11 de fevereiro de 2025
Curso inédito da miha oferece aplicação teórica e prática da eletroestimulação em idosos Curso será realizado, de forma online, nos dias 22 e 23 de março, e é inicialmente voltado para quem já possui alguma experiência no uso da tecnologia O Brasil, assim como muitos lugares do mundo, tem se deparado com o fenômeno do envelhecimento acelerado, aumento da expectativa e qualidade de vida de suas populações. Atualmente, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 15% dos brasileiros possuem 60 anos ou mais, e a expectativa é que eles sejam mais de 30% por volta de 2050, além de representar uma das forças econômicas e de consumo. É necessário olhar com olhar mais apurado a população idosa e buscar por ferramentas e conhecimentos que ofereçam aumento na qualidade de vida desse grupo tão importante. Especialmente para quem é profissional da saúde, como fisioterapeutas, médicos e professores de educação física, atualizar conhecimentos nunca é demais. Pensando nisso, a miha Brasil , marca pioneira e mais tradicional de eletroestimulação de corpo inteiro (WB-EMS), se uniu à sua embaixadora Nícia Rocha para criar um curso inédito no mercado, cujo objetivo é o de discutir e ensinar aplicações e práticas com a tecnologia em idosos. Segundo Nícia, que é especialista em reabilitação e trabalha com WB-EMS desde 2019, a ideia de desenvolver o curso de especialização surgiu da necessidade de compartilhar seus conhecimentos com um grupo maior de profissionais. “Para se trabalhar de forma eficaz com idosos, é preciso entender antes aspectos fundamentais, como a parte fisiológica de cada paciente, além de saber como deve ser o trabalho com grupos com risco de fragilização e outros com o perfil robusto. É preciso aprender a usar os protocolos corretos e as correntes para cada um dos casos, doenças. É muito importante ter conhecimento da parte clínica para saber como oferecer o melhor para cada caso”, destaca. A profissional de Belo Horizonte espera que o novo curso possa abrir a mentalidade de profissionais da saúde e que eles consigam enxergar o idoso de forma completa e entenda que, trabalhar com esse grupo é bem diferente do que trabalhar com um adulto saudável. “O idoso possui uma série de nuances, e, com nosso envelhecimento, também chegam desafios como o declínio da massa muscular e a maior dificuldade em ganhá-la. A eletroestimulação de corpo inteiro, aliada de forma inteligente a outras ferramentas, pode ajudar no aumento da cognição, força, equilíbrio, prevenção de quedas. Mas para se alcançar isso, o profissional precisa obter a teoria e prática em sua formação”.
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